Atualmente, no Brasil, a Constituição diz que, com o salário mínimo, todos têm a garantia de satisfazer suas necessidades fundamentais. Mas, mesmo com essa renda mensal, a situação de muitos ainda é precária. E a situação só é precária porque os direitos humanos não são amplamente respeitados.
E por que esses direitos não são respeitados? Existem inúmeras respostas para essa pergunta. A sociedade em que vivemos, no auge do capitalismo e da competitividade, está acostumada a pensar mais em si mesma, e como conseqüência, a falta de respeito ao próximo é enorme. Segundo as propostas da Constituição, todos têm o direito de boa saúde, vestimenta, habitação, lazer, livre expressão e etc. Mas com a grande desigualdade social, esses direitos são mais garantidos àqueles que pertencem à classe mais alta.
Tudo gira em torno dos interesses da burguesia. Até hoje, muitos índios são violentados por fazendeiros que não os respeitam e que pretendem expandir suas terras para poder lucrar mais. A mortalidade infantil só existe porque o dinheiro que deveria estar sendo investido nessas crianças está sendo investido no lazer do burguês. As políticas compensatórias inventadas pelo governo não significam nada perto do que eles mesmos ganham.
Ouvimos falar o tempo todo que devemos lutar pela igualdade social, mas a cada dia que passa só se obtém o oposto. Viveremos numa sociedade igualitária, onde todos são respeitados, quando deixarmos de ser egoístas.

E por que esses direitos não são respeitados? Existem inúmeras respostas para essa pergunta. A sociedade em que vivemos, no auge do capitalismo e da competitividade, está acostumada a pensar mais em si mesma, e como conseqüência, a falta de respeito ao próximo é enorme. Segundo as propostas da Constituição, todos têm o direito de boa saúde, vestimenta, habitação, lazer, livre expressão e etc. Mas com a grande desigualdade social, esses direitos são mais garantidos àqueles que pertencem à classe mais alta.
Tudo gira em torno dos interesses da burguesia. Até hoje, muitos índios são violentados por fazendeiros que não os respeitam e que pretendem expandir suas terras para poder lucrar mais. A mortalidade infantil só existe porque o dinheiro que deveria estar sendo investido nessas crianças está sendo investido no lazer do burguês. As políticas compensatórias inventadas pelo governo não significam nada perto do que eles mesmos ganham.
Ouvimos falar o tempo todo que devemos lutar pela igualdade social, mas a cada dia que passa só se obtém o oposto. Viveremos numa sociedade igualitária, onde todos são respeitados, quando deixarmos de ser egoístas.

Mariana Arcolino, 2ª série - Ensino Médio
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